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segunda-feira, 4 de julho de 2016

TÊNIS, SERÁ O MELHOR CALÇADO OU MAIS SEGURO PARA PILOTAR MOTOCICLETA?



Caros leitores, hoje no grupo em que participo da “TRIUMPH RIDER’s FLORIPA”, no Whatzapp , um amigo me deu a dica para falar sobre o uso de tênis e vestimentas inadequados para andar de moto, motivado por algumas publicações no grupo de vídeos com condutores de motocicletas sofrendo acidentes.
 Embora exista legislação de trânsito que não especifique detalhadamente o uso de equipamentos como calçados específicos, há um questionamento sobre a indicação ou não do uso de tênis. Mas pilotar as motocicletas sem calçados ou roupas adequadas podem provocar prejuízos muito maiores que uma simples multa regulamentada pela legislação. Porém, ao contrário do uso do capacete, que é obrigatório e parte integrante da vestimenta da maior parte dos motociclistas, a utilização de calças e jaquetas com proteção e botas ou tênis especial para motociclismo, não tem sido a escolha da maioria.
         A situação torna-se ainda mais evidente em motociclistas iniciantes ou até mesmo, aqueles mais experientes, que tem excesso de confiança e não dão muito importância para uso correto de equipamento para pilotar suas máquinas possantes.
A observação mostra o quanto o número de motociclistas que estão rodando nos finais de semanas pelas ruas e estradas sem os devidos equipamentos tem aumentado. Não existem estatísticas que apontem o quanto essa prática prejudica os motociclistas no caso de uma queda ou colisão. Porém o volume de acidentes envolvendo os veículos de duas rodas e o senso comum de que protegida pelo tecido, a pele tende a sofrer menos como arranhões e escoriações, faz pensar que muitos machucados poderiam ser evitados.
 A cada ano cerca de 50 mil pessoas perdem suas vidas em acidentes de trânsito no Brasil e Santa Catarina ocupa a 13ª posição no ranking de vítimas de acidentes com motocicletas, com taxa de mortalidade de 8,5 para cada 100 mil habitantes. Entre 2002 e 2012 este número cresceu 92,5% no Estado. No Brasil o índice é de 6,3 mortes por 100 mil habitantes. Dados preliminares do Ministério da Saúde apontam que em 2013 os acidentes com motos resultaram em 12.040 óbitos no país, o que corresponde a 28% dos mortos no transporte terrestre. Em Santa Catarina foram 1.680 mortes em 2013.
  Nos últimos seis anos as internações hospitalares no  Sistema Único de Saúde (SUS )  que envolveram motociclistas tiveram um crescimento de 115% e o custo com o atendimento a esses pacientes foi de 170,8%. Em Santa Catarina foram 3.071 internações em 2014, representando um gasto de R$5,9 milhões (BRASIL,2015).
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.2015. Disponível em: http://www.blog.saude.gov.br/geral.html?start=170.
           A ineficiência de uma regulamentação sobre o uso de roupas apropriadas por motociclistas também contribui para que os condutores não se preocupem muito com a questão. "A única coisa que a legislação obriga é o uso de um calçado fixo no pé, que vale tanto para as motos como para os carros”. Segundo o artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro é proibido conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção e vestuário de acordo com as normas e especificações aprovadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Porém ao contrário das recomendações sobre o capacete, à vestimenta e calçados ainda não foram regulamentados pelo órgão.



quinta-feira, 16 de junho de 2016

IMPORTÂNCIA DA DIREÇÃO DEFENSIVA

O trânsito é feito pelas pessoas. E, como nas outras atividades humanas, quatro princípios são importantes para o relacionamento e a convivência social no trânsito:
  • 1º princípio: é a dignidade da pessoa humana, do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio social democrático, como o respeito mútuo e o repúdio às discriminações de qualquer espécie, atitude necessária à promoção da justiça;
  • 2º princípio: é a igualdade de direitos. Todos têm a possibilidade de exercer a cidadania plenamente e, para isso, é necessário ter equidade, isto é, a necessidade de considerar as diferenças das pessoas para garantir a igualdade que, por sua vez, fundamenta a solidariedade; 
  • 3º princípio: é o da participação, que fundamenta a mobilização da sociedade para organizar-se em torno dos problemas do trânsito e de suas conseqüências
  • 4º princípio: da co-responsabilidade pela vida social, que diz respeito à formação de atitudes e a aprender a valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito, à efetivação do direito de mobilidade em favor de todos os cidadãos e a exigir dos governantes ações de melhoria dos espaços públicos. 

Comportamentos expressam princípios e valores que a sociedade constrói e referenda e que cada pessoa toma para si e leva para o trânsito. Os valores, por sua vez, expressam as contradições e conflitos entre os segmentos sociais e mesmo entre os papéis que cada pessoa desempenha. Ser “veloz”, “esperto”, “levar vantagem” ou “ter o automóvel como status”, são valores presentes em parte da sociedade. Mas são insustentáveis do ponto de vista das necessidades da vida coletiva, da saúde e do direito de todos. É preciso mudar. Mudar comportamentos para uma vida coletiva com qualidade e respeito exige uma tomada de consciência das questões em jogo no convívio social, portanto, na convivência no trânsito. É a escolha dos princípios e dos valores que irá levar a um trânsito mais humano, harmonioso, seguro e justo. Em tudo o que fazemos há uma dose de risco: seja no trabalho, quando consertamos alguma coisa em casa, brincando, dançando, praticando um esporte ou mesmo transitando pelas ruas da cidade. Quando uma situação de risco não é percebida, ou quando uma pessoa não consegue visualizar o perigo, aumentam as chances de acontecer um acidente. Os acidentes de trânsito resultam em danos aos veículos e suas cargas e geram lesões em pessoas. Nem é preciso dizer que eles são sempre ruins para todos. Mas Você pode ajudar a evitá-los e colaborar para diminuir: Direção defensiva Trânsito seguro é um direito de todos!  
Em relação à estatística de acidentes de trânsito no mundo, o Brasil está classificado como o quinto país que registra óbitos trânsito. Totalizando em média de 45 mil mortes por ano, levando os especialistas em Segurança no Trânsito a comparar a situação com uma espécie de epidemia que assombra o país. Através dos Dados do Ministério da Saúde indicam que, em 2013, os acidentes com motos resultaram em mais de 12 mil mortes, o que corresponde a 28% dos mortos no transporte terrestre. Em Santa Catarina não é diferente. A maior parte dos acidentes envolve motociclistas.
Para amenizar e reduzir esse quadro tão alarmante em nosso país seria interessante que todos os motociclistas buscam conhecimento e até mesmo a fazer um curso de direção defensiva, conhecida também como direção segura. Essa busca, posicionamento ou postura, não significa somente obedecer às leis de trânsito, mas também ser responsável, atento, calmo, consciente e civilizado ao conduzir um veículo.
O objetivo dos condutores buscar o conhecimento da direção defensiva é um só: evitar acidentes de trânsito. Trata-se de dirigir de forma que permita reconhecer os perigos e preveni-los, não só em relação ao seu próprio veículo ou seus passageiros, mas também com os outros usuários das ruas, tanto motoristas quanto pedestres.
Segue os links como referência abaixo:
Material desenvolvido pelo João Carlos Salvaro Florianópolis/SC 







 Autor : João Carlos Salvaro Florianópolis/SC






segunda-feira, 13 de junho de 2016

DICAS DE SEGURANÇA PARA MOTOCICLISTAS

PILOTAGEM SEGURA



Para garantir uma pilotagem segura, não basta apenas escolher a moto mais confortável e usar todos os acessórios imprescindíveis, como capacete e uma roupa adequada. Também é importante ficar atento à posição correta ao pilotar a moto, pois isso o deixará fisicamente melhor para encarar o trânsito e mais ágil para realizar manobras repentinas.

Confira algumas dicas:

1. A cabeça deve estar levemente levantada;

2. Sua visão deve estar o mais adiante possível, para antecipara qualquer reação;

3. Nas curvas não incline a cabeça junto com o corpo;

4. Manter a coluna ereta evita a fadiga e problemas posteriores com a coluna vertebral;

5. Os ombros devem ficar relaxados;

6. Os braços relaxados funcionarão como molas, ajustando a distância do tronco ao guidão;

7. As mãos devem segurar no centro das manoplas;

8. Os cotovelos devem ficar ligeiramente dobrados;

9. Os punhos devem ficar abaixados em relação à mão, na maior parte das motocicletas;

10. Ao sentar na moto, fique o mais próximo possível do tanque de combustível;

11. Os joelhos devem pressionar levemente o tanque de combustível;

12. Os pés devem estar paralelos ao chão, apontados para frente.